Com a comoção instalada, Nuno desperta do estado de inconsciência. Imediatamente, pergunta a Sara onde está o porta-cheques. Ao descobrir o que acabou de acontecer ao bilhete, Nuno entra em pânico e explica que estava metido num esquema de lavagem de dinheiro, que iria decorrer algures naquela lavandaria, assim que recebesse uma chamada.
A Polícia chega à rua, acompanhada pelos bombeiros. Nuno fica surpreendido com a chegada das autoridades, e alerta o grupo para a natureza errónea da ideia de terem chamado a Polícia. Os bombeiros arrombam a grade da lavandaria. Os agentes da Polícia questionam o grupo e apercebem-se que Nuno parece ser a peça solta naquela situação. Identificam toda a gente e detêm Nuno.
Com a Polícia e os bombeiros fora de cena, o grupo vira-se para Santos para forçá-lo a vomitar o bilhete. Enquanto se debatem, ouvem a vibração do telemóvel de Nuno. O som vem do tecto. Santos sobe as máquinas para aceder ao buraco no tecto, de onde Nuno caiu, e encontra o telemóvel. Está a receber uma chamada de um número privado. O grupo debate sobre quem deve atender a chamada, até que Fáfá toma a iniciativa de atender.
Do outro lado da chamada, o locutor está furioso. Argumenta que a sua parte do acordo está concluída e que Nuno está em falta: o seu contacto, que está na lavandaria, ainda não confirmou a recepção do bilhete premiado.