Focados em encontrar uma solução para abrir a grade que os enclausura, o grupo é surpreendido quando Santos decide arrombar a porta da arrecadação. Para desilusão de Santos e espanto de Sara, a arrecadação está vazia.
Cansado das atitudes inconsequentes de Santos, Américo decide ligar para a empresa detentora do estabelecimento. Com a chamada em alta-voz, são informados que o responsável só consegue chegar à lavandaria dentro de duas horas. No entanto, alerta para a existência de uma chave de emergência, mas a chamada cai antes de ser revelada a localização. Quando Américo tenta retomar a chamada, percebe que está sem saldo. Num acto colectivo de entreajuda, os cinco lançam-se à procura da chave pela lavandaria. Quem a encontra é Jorge, que a esconde, discretamente. Enquanto os outros se ocupam com a busca pela chave, Santos permanece no encalço de Nuno, agora, obcecado com o aparecimento de uma estranha mancha vermelha no tecto, que se expande lenta, mas progressivamente.
De repente, o corpo inanimado de Nuno cai do tecto.