O Chef José Diogo, filho da terra, traz a memória da comida para o palácio por excelência da ilha da Madeira. Lá dentro cria funcho e outras ervas que aromatizam os pratos dos vários restaurantes do Reids. O Marco António sabia desde os tempos em que fugia da escola que o seu caminho era na natureza e na agricultura. A maneira apaixonada e dedicada com que se entrega ao campo é inspiradora. E as amoras e morangos que produz de um sabor extraordinário e antigo. O brigalhó, é um primo feio do inhame, mas deu de comer a inúmeras gerações de madeirenses sobretudo naquele interior quase inacessível das encostas interiores do Curral das Freiras. A Vírgina mete a enxada ao ombro e lá vai ela esgravatá-lo e depois cozinhá-lo para deleite de por quem lá passa. A Zélia cozinhou também, com o Diogo por perto, muitos dos alimentos que conhecemos na volta à ilha e Eduardo Peregrino, com a batuta da direção deste palácio em cima do mar, faz um brinde e um convite a todos para aparecerem por lá.